sexta-feira, outubro 31, 2014

estética_higiene_roupas africana

Higiene

 

Para lavar, e mais, branquear os dentes, as tribos africanas friccionavam bastonetes de raízes, como por exemplo, a mamola, que ainda hoje é utilizada. Para perfumar o hálito mascavam tabaco, entre outras substâncias vegetais.

 

 

O habito de lixar os pés para estes ficarem mais suaves, é também um hábito africano. As mulheres costumavam esfregar os calcanhares com pedras do rio para evitar que gretassem, uma vez que andavam quase sempre, ou mesmo sempre, descalças.


  Roupas

 

 

 

Como as mulheres passavam  o dia inteiro na rua  vendendo produtos, a roupa delas era a fusão de heranças africanas com o modismo europeu. Usavam objetos mágicos e amuletos sobre o corpo, para atrair dinheiro e se defender de inimigos. As roupas eram de tecidos amarrados e sobreposições à moda africana ou então saias, blusas e vestidos dados pela patroa, mas sempre de qualidade inferior. Como parte do ganho dessas escravas ficava com elas, muitas compravam jóias - que mais tarde podiam ser trocadas pela liberdade.

 

 As negras que trabalhavam em casa, como domésticas, serviam como uma espécie de vitrine da condição social de seu dono. Quanto mais elegantes e adornadas fossem as escravas, mais poderoso se mostrava o senhor. Na hora de sair, vestiam-se de forma muito semelhante às brancas. Essas escravas herdavam jóias e vestidos das patroas.


 

 

 Turbantes


O turbante pode ser enrolado na cabeça de várias formas.Ele é ao mesmo tempo uma proteção contra o sol e um elemento de beleza, muito usado pelas mucamas(escravas).

 




artistas_afrodescendentes

População Afro-brasileira

45% da população brasileira é de descendência africana,  chegando a 80% na cidade de Salvador, onde as culturas dos vários reinos de onde foram trazidos radicaram-se e foram transmitindo seus costumes, hierarquias, línguas, concepções estéticas, dramatizações, literatura, mitologia,  visão de mundo e sobretudo a sua religião.

 



 

Carybé




Carybé nasceu em 1911 e morreu em 1997 nome artístico de Hector Julio Paride Bernabó, pintor figurativo brasileiro de origem argentina, cuja estilização gráfica aproximou-se da abstração.
Suas obras, tanto pinturas como desenhos, esculturas e talhas, eram tão exuberantes que em 1955, foi escolhido como o melhor desenhista nacional na III Bienal de São Paulo.


Em 1970 dedicou-se a fazer talhas para rituais e orixás em festas como nanã, Alá de Oxalá Ajerê e Pilão de Oxalá. Dando vida as suas obra com a cultura afro-brasileira



 Obras do Carybé

        
                                                                Baiana                           Capoeira



Mestre Didi



Os trabalhos do mestre Didi estão inspirados na natureza, na Mãe Terra-Lama, representada pelo Orixá nanã, patrona da agricultura Completamente integrada ao universo nagô de origem yorubana A linguagem nagô com a qual se expressa é o discurso sobre a experiência do sagrado, que se manifesta por meio de uma simbologia formal de caráter estético.



Obras

  • Ioruba tal qual se fala, Tipografia Moderna, Bahia, 1950.

  • Contos Negros da Bahia, (Brasil), 1961.

  • Contos de Nagô, Edições GRD, Rio de Janeiro, 1963.

  • Contos Crioulos da Bahia, Ed. Vozes, Petrópolis, 1976.

  • Xangô, el guerrero conquistador y otros cuentos de Bahia, SD. Ediciones Silva Diaz, Buenos Aires, Argentina, 1987.

  •  História da Criação do Mundo, Olinda, PE, 1988 - Ilustração Adão Pinheiro.





           



  
Rubem Valentim



Rubem Valentin nasceu em Salvador – BA 9/11/1922 e morreu em São Paulo 30/12/1991, nascido em Salvador ele se formou em odontologia  antes de se dedicar definitivamente a pintura por volta de 48. Em 57 foi para o Rio de Janeiro participando de varias exposições ate q recebeu o Premio de Viagem ao Estrangeiro em 1962 no XI Salão Nacional de Arte Moderna.
Suas primeiras experiências foram abstratas, e longo em seguida aparece a simbologia mística que irá marcar a sua obra: em um primeiro momento os signos litúrgicos afro-brasileiros aparecem agrupados sobre a tela, com uma organização quase acidental, mas aos poucos vai acontecendo uma espécie de ‘limpeza’ e eles se organizam simetricamente sobre o quadro. As cores sofrem uma grande mudança, já que os tons dão lugar às cores puras em grandes chapadas sobre a tela.
Obras de Rubem Valentim



                         
                                 Emblema-relevo                   Composição Bahia                             

            
  Emblema logotipo poético      Marco sincrético da 
                                             cultura afro-brasileira


Ritmos africano

O Continente que deu ritmo ao mundo



A expressão “música africana”, ao sugerir certos estilos diferentes de manifestações musicais no continente, sempre envolve o risco de simplificar um conjunto de elementos étnicos. Do mesmo modo,quando falamos de “música européia” , e do  processo de formação musical no ocidente, que se entende ao longo de séculos e leva em conta diferentes tradições regionais. É assim que poderíamos incluir sobre a mesma chave “musical vocal européia”.
Em diversidade não impede, entretanto a identificação de alguns traços fundamentais que caracterizam boa parte da historia musical européia. A melodia e a harmonia, em relação aos demais símbolos da música (ritmo e timbre).
Quando falamos de musica africana e de suas revoluções após a diáspora negra para o continente americano, o caráter percussivo dos instrumentos e a síncope rítmica .Sem dúvida, o uso e a diversidade dos instrumentos de percussão, principalmente de membranofones  e idiofones,são marcas incontestáveis dos diversos idiomas sonoros africanos e possibilidade até mesmo a generalização.

(revista biblioteca entre livro,edição especial nº 6,pg.24 e 25)



 





Instrumentos de origem africana incorporados no Brasil:

- Adufe
- Agogô
- Atabaque
- Berimbau
- Carimbó
- Caxambu
- Chocalho
- Cucumbi
- Fungador
- Ganzá ou anzá
- Gongo
- Marimba
- Mulungu
- Pandeiro
- Pererenga
- Piano de cuia (balafo, na África)
- Puíta
- Quiçanje
- Roncador
- Tambor ou tambu
- Socador
- Triângulo
- Ubatá
- Vuvu ou vu
- Xequeré ou xequedê

Mascaras Africana

Máscaras africanas


A máscara não é específica do carnaval. Tem origem religiosa, e ainda hoje, na África, por exemplo, conserva o sentido primordial: homem que envergue a máscara do crocodilo é o espírito do crocodilo - a máscara manifesta a divindade e transmite ao portador todo o seu poder. Estes aspectos foram-se esquecendo paulatinamente noutras culturas.

 

 


   tipos de máscaras  

 

 dan

Os Dan esculpem uma série de máscaras faciais de madeira, que são utilizados com trajes diversos. Os furos dos olhos da máscara dão indício da sua identidade e colocam-na na hierarquia Dan das máscaras. É possível que seja uma máscara da corrida. Nesse caso, seu portador é perseguido por um corredor, sem máscara e, se for pego, deve entregar a máscara para o outro e passar a ser perseguidor. Historicamente, essas corridas treinam homens para lutar e o vencedor ganha reconhecimento social. Hoje em dia, as corridas são mais como um jogo; as máscaras são utilizadas também para fins de entretenimento durante festivais da vila.




senufu
As máscaras Senufo são caracterizadas por motivos realistas e formatos geométricos, enfatizando ritmação e oposição entre os espaços preenchidos e vazios, fruto de um trabalho extremamente delicado. As máscaras Kpelie são máscaras faciais que combinam elementos humanos e animais. Kpelie concretiza um espírito sobrenatural que vive numa dimensão invisível e responde às súplicas. É usada pela sociedade secreta Lo nos festivais de colheita para agradecer aos ancestrais pelos bons frutos e pela sociedade secreta Poro em duas danças: Korigo e Kodalou. Em ritos fúnebres é usada com o propósito de manter o espírito no reino dos mortos. Também é usada para espantar maus espíritos e feitiçaria.

                                                                             
                                                                                       

    ashanti

origem: Gana Esta máscara é bastante representativa das máscaras feitas exclusivamente com fins de entretenimento e decoração. Acredita-se que os Ashanti tenham se inspirado em máscaras da etnia Luba para confeccionar suas máscaras. Para conseguir o forte colorido, utilizam-se de materiais modernos, como miçangas de borracha ou de plástico.
  



baule
A máscara pertence à categoria de máscaras de entretenimento que aparecem durante eventos com dança. Estes festividades, associadas às mulheres, podem ocorrer diversas vezes na semana, e em quantidade maior, nos funerais de pessoas importantes. Estas máscaras podem entrar em contato com mulheres e são mantidas em um casebre na vila. Entretanto, somente homens podem usá-las. As máscaras deste tipo são esculpidas à imagem de pessoas admiradas pela sua beleza e sua qualidade como dançarinos. Estas máscaras são inspiradas essencialmente em modelos femininas, mas não é raro que os homens também estejam representado.

                                                                               
                                                                                        

 

 Soleio,búfalo,plaque e borboleta

Etnia: BOBO Origem: BURKINA FASSO Descrição: As máscaras zoomórficas são utilizadas essencialmente para afastar os maus espíritos e para reverenciar os presentes concebidos pelos Deuses (o sol, a terra, a chuva e os animais). Elas podem simbolizar

 

kanaga


Etnia: DOGON Origem: MALI Descrição: Os povos Dogon utilizam as máscaras nas cerimônias chamadas Dama e em rituais agrícolas cíclicos. Uma forma complexa e multifacetada de expressão artística, o Dama ocorre num período de seis dias por ano (ou período maior). Dúzias, mesmo centenas, de espíritos mascarados variados participam. O ritual realiza a expulsão permanente das almas ou dos espíritos daqueles que morreram desde o último Dama, e facilitam sua incorporação no reino sobrenatural com os antepassados. A máscara Kanagá é a mais importante na hierarquia de máscaras Dogon.
  

 

 

guro

 Etnia: GURO Origem: COSTA DO MARFIM Descrição: O cotidiano Guro é dominado pelas sociedades secretas e pela crença em espíritos protetores, para quem os Guro constroem capelas e estátuas. A vida nas vilas é regulada por um conselho de anciões, que representa as principais famílias bem como as sociedades secretas. A arte Guro é de extremo refinamento. As máscaras são polidas e normalmente policrômicas, havendo uma tendência de se adicionar características de animais à face humana. Porisso, muitas máscaras Guro são acrescidas de chifres, totens de animais e da figura do pássaro Calao. Tais máscaras aparecem durante os festivais, sempre na cabeça de um dançarino. Também são guardadas em casa como objetos de adoração e as versões em miniatura são chamadas “máscaras passaporte” pois serviam de identificação, quando os indivíduos se deslocavam em territórios estranhos, para provar sua origem e etnia

 

 

 

dogon

Etnia: DOGON Origem: MALI Descrição: Os povos Dogon utilizam as máscaras nas cerimônias chamadas Dama e em rituais agrícolas cíclicos. Uma forma complexa e multifacetada de expressão artística, o Dama ocorre num período de seis dias por ano (ou período maior). Dúzias, mesmo centenas, de espíritos mascarados variados participam. O ritual realiza a expulsão permanente das almas ou dos espíritos daqueles que morreram desde o último Dama, e facilitam sua incorporação no reino sobrenatural com os antepassados.

  

 

 

antilope

 

Etnia: BOBO Origem: BURKINA FASSO Descrição: As máscaras zoomórficas são utilizadas essencialmente para afastar os maus espíritos e para reverenciar os presentes concebidos pelos Deuses (o sol, a terra, a chuva e os animais). Elas podem simbolizar espíritos e animais que trazem boa sorte na agricultura. Também se associam às cerimônias de agradecimento pela nova safra, rituais de iniciação e funerais.

ltada

 

Alunos: Vinícius Gil, Gabriel Oliveira
Fonte consultada:

Culinária africana



A influência da culinária africana na cozinha brasileira


O negro introduziu na cozinha o leite de coco, o azeite de dendê, confirmou a excelência da pimenta malagueta sobre a do reino, deu ao Brasil o feijão preto, o quiabo, ensinou a fazer vatapá, caruru, mungunzá, acarajé, cuzcuz, angu e pamonha. A cozinha negra fez valer os temperos, os verdes, a maneira de cozinhar. Modificou os pratos portugueses, substituindo os ingredientes e fez a mesma coisa com os pratos da terra. Finalmente, criou a cozinha brasileira, descobrindo o chuchu com camarão, ensinando a fazer pratos com camarão seco e a usar as panelas de barro e as colheres de pau.

    Curiosidade sobre a culinária africana


A alimentação dos escravos nas propriedades ricas incluía canjica, feijão-preto, toucinho, carne-seca, laranjas, bananas, farinha de mandioca e o que conseguisse pescar e caçar; e nas pobres era de farinha, laranja e banana. Os temperos utilizados na comida eram os açafrões, os óleos de dendê e os leites de coco. O cuscuz já era conhecido na África antes da chegada dos portugueses ao Brasil, e tem origem no norte da África, entre os berberes. No Brasil, o cuscuz é consumido doce, feito com leite e leite de coco, a não ser o cuscuz paulista, consumido com ovos cozidos, cebola, alho, cheiro-verde e outros legumes. O leite de coco é usado para regar peixes, mariscos, cuscuz, mungunzá e outras iguarias.

História da culinária

No início da história humana, os alimentos eram vegetais ou animais caçados para esse fim e consumidos crus; com a descoberta do fogo, os alimentos passam a ser cozinhados, o que aumentou a sua digestibilidade, possibilitando o desenvolvimento orgânico do homem.
As descobertas da agricultura e da pecuária foram outros fatores que melhoraram, não só a qualidade dos alimentos, mas também a sua quantidade. Finalmente, as técnicas de fertilização do solo e do controle de pragas e, mais recentemente, a modificação genética dos animais e plantas de cultura, levaram a um maior rendimento na sua produção.
A preparação dos alimentos teve uma história paralela a esta, com os desenvolvimentos tecnológicos modificando gradualmente os utensílios e as técnicas culinária. 

Fontes:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Culin%C3%A1ria

sábado, outubro 04, 2014

DIA DA ALIMENTAÇÃO

O Dia Mundial da Alimentação é celebrado no dia 16 de outubro de cada ano para comemorar a criação em 1945 da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO). O objetivo do Dia Mundial da Alimentação é conscientizar o conjunto da humanidade sobre a difícil situação que enfrentam as pessoas que passam fome e estão desnutridas, e promover em todo o mundo a participação da população na luta contra a fome. Todos os anos, mais de 150 países celebram este evento. Nos Estados Unidos, 450 organizações voluntárias nacionais e privadas patrocinam o Dia Mundial da Alimentação e em quase todas as comunidades existem grupos locais que participam ativamente. Durante o Dia Mundial da Alimentação, celebrado pela primeira vez em 1981, ressalta-se cada ano um tema em que se focalizam todas as atividades.

AO PROFESSOR COM CARINHO


Dia do professor

Você sabe como surgiu o Dia do Professor?

O Dia do Professor é comemorado no dia 15 de outubro. Mas poucos sabem como e quando surgiu este costume no Brasil.
No dia 15 de outubro de 1827 (dia consagrado à educadora Santa Tereza D’Ávila), D. Pedro I baixou um Decreto Imperial que criou o Ensino Elementar no Brasil. Pelo decreto, “todas as cidades, vilas e lugarejos tivessem suas escolas de primeiras letras”. Esse decreto falava de bastante coisa: descentralização do ensino, o salário dos professores, as matérias básicas que todos os alunos deveriam aprender e até como os professores deveriam ser contratados. A idéia, inovadora e revolucionária, teria sido ótima - caso tivesse sido cumprida.
Mas foi somente em 1947, 120 anos após o referido decreto, que ocorreu a primeira comemoração de um dia dedicado ao Professor.
Começou em São Paulo, em uma pequena escola no número 1520 da Rua Augusta, onde existia o Ginásio Caetano de Campos, conhecido como “Caetaninho”. O longo período letivo do segundo semestre ia de 01 de junho a 15 de dezembro, com apenas 10 dias de férias em todo este período. Quatro professores tiveram a idéia de organizar um dia de parada para se evitar a estafa – e também de congraçamento e análise de rumos para o restante do ano.
O professor Salomão Becker sugeriu que o encontro se desse no dia de 15 de outubro, data em que, na sua cidade natal, professores e alunos traziam doces de casa para uma pequena confraternização. Com os professores Alfredo Gomes, Antônio Pereira e Claudino Busko, a idéia estava lançada, para depois crescer e implantar-se por todo o Brasil.
A celebração, que se mostrou um sucesso, espalhou-se pela cidade e pelo país nos anos seguintes, até ser oficializada nacionalmente como feriado escolar pelo Decreto Federal 52.682, de 14 de outubro de 1963. O Decreto definia a essência e razão do feriado: "Para comemorar condignamente o Dia do Professor, os estabelecimentos de ensino farão promover solenidades, em que se enalteça a função do mestre na sociedade moderna, fazendo participar os alunos e as famílias".
Dia do Professor em outros países:
Estados Unidos: National Teacher Day - na terça-feira da primeira semana completa de Maio.
World Teachers’ Day - UNESCO e diversos países - 5 de Outubro
Tailândia - 16 de Janeiro
Índia - 5 de Setembro
China - 10 de Setembro
México - 15 de Maio
Taiwan - 28 de Setembro
Argentina - 11 de Setembro
Chile - 16 de Outubro
Uruguai - 22 de setembro
Paraguai - 30 de Abril

Fontes: Dia do professor e Unigente

quinta-feira, junho 19, 2014

ANIVERSARIANTES DO MÊS DE JUNHO


CORPUS CHRISTI II


CORPUS CHRISTI

Corpus Christi (expressão latina que significa Corpo de Cristo ) é uma festa católica. É um evento baseado em tradições católicas. É realizada na quinta-feira seguinte ao domingo da Santíssima Trindade, que, por sua vez, acontece no domingo seguinte ao de Pentecostes. É uma "Festa de Guarda", isto é, para os católicos, é obrigatório participar da Santa Missa neste dia, na forma estabelecida pela conferência episcopal do país respectivo.
A procissão pelas vias públicas, quando é feita, atende a uma recomendação do Código de Direito Canônico (cânone 944) que determina ao bispo diocesano que a providencie, onde for possível, "para testemunhar publicamente a adoração e a veneração para com a Santíssima Eucaristia, principalmente na solenidade do Corpo e Sangue de Cristo." É recomendado que, nestas datas, a não ser por causa grave e urgente, não se ausente da diocese o bispo (cânone 395).

quinta-feira, junho 12, 2014