domingo, abril 20, 2008

Fazenda Raposo - Projeto semi-árido

Localizada no quilômetro 10 da CE-065, em Maracanaú, a Fazenda Raposa abriga 17 dos 24 tipos de palmeiras existentes no mundo, possuindo o maior número de espécies do gênero “copernicia” e o maior acervo da América Latina. Tudo isso está a disposição da Comunidade Mundial dos Cientistas numa área que compreende 147 hectares

O projeto Fazenda Raposa tem suas origens no ano de 1937, com a chegada da multinacional S.C. Johnson e Son Inc ao local. A empresa norte-americana cultivou um centro de pesquisa com palmeiras até junho de 1969.

Em 1970, o terreno onde se localizava o centro de pesquisa foi doado à Escola de Agronomia da Universidade Federal do Ceará (UFC), através de um convênio entre o Governo do Estado e a universidade. Estava criado, então, o projeto Fazenda Raposa. Os objetivos eram valorizar a coleção de “copernicia”, introduzir novas espécies de palmeiras e tentar representar, na área, os diversos ecossistemas do Estado do Ceará.

O projeto prevê espaços de uso comunitário, idealizados pelo paisagista Roberto Burle Marx. Entre eles, estão praças, quiosques, caminhos para pedestres, uma área botânica medicinal e um centro de hortícola para a produção de mudas e sementes. Entretanto, tais equipamentos nunca saíram do papel.

Depois de passar mais de 30 anos praticamente abandonada, a Fazenda Raposa finalmente se tornará uma realidade. O projeto já dispõe de recursos destinados a sua concretização através de emendas individuais apresentadas ao Orçamento da União pelo prefeito Roberto Pessoa, quando deputado federal (R$ 700 mil) e pelo também deputado federal João Alfredo .

sábado, abril 19, 2008

Uniformes novos...

Passaeta da dengue



A dengue é um dos principais problemas de saúde pública no mundo. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que entre 50 milhões e 100 milhões de pessoas se infectem anualmente, em mais de 100 países, de todos os continentes, exceto a Europa. Cerca de 550 mil doentes necessitam de hospitalização e 20 mil morrem em conseqüência da dengue.

Em nosso País, as condições socioambientais favoráveis à expansão do Aedes aegypti possibilitaram o avanço da doença desde sua reintrodução, em 1976. Essa reintrodução não conseguiu ser controlada com os métodos tradicionais. Por isso, o controle proposto pelo Programa Nacional de Controle da Dengue trouxe mudanças efetivas em relação aos modelos anteriores e, hoje, o controle da transmissão do vírus da dengue se dá essencialmente no âmbito coletivo e exige um esforço de toda a sociedade.




domingo, abril 13, 2008