sábado, agosto 13, 2011

Programa PETECA








O Programa MPT na Escola/Peteca consiste na realização de um conjunto de ações voltadas para a promoção de debates, nas escolas de ensino fundamental, dos temas relativos aos direitos da criança e do adolescente, especialmente a erradicação do trabalho infantil e a proteção ao trabalhador adolescente.
Busca-se, com o presente projeto, intensificar o processo de conscientização da sociedade com vistas à erradicação do trabalho infantil, rompendo as barreiras culturais que dificultam a efetivação dos direitos da criança e do adolescente.

TRABALHO X AFAZERES DOMÉSTICOS

As atividades domésticas podem constituir, ou não, trabalho:
A realização de atividades domésticas no domicílio de outra pessoa é considerada trabalho.
Porém, quando a pessoa realiza atividades domésticas no seu próprio domicílio, em regime de colaboração com os demais membros da família, tais atividades são consideradas afazeres domésticos.
OBS: Quando a criança substitui os adultos nos afazeres domésticos, resta caracterizada a exploração (proibida pelo art. 227 da CF)





quinta-feira, agosto 04, 2011

PRIMEIRO DIA DO PROGRAMA SEGUNDO TEMPO





PROGRAMA SEGUNDO TEMPO

O Segundo Tempo como Programa Estratégico do Governo Federal tem por objetivo democratizar o acesso à prática e à cultura do Esporte de forma a promover o desenvolvimento integral de crianças, adolescentes e jovens,
como fator de formação da cidadania e melhoria da qualidade de vida,
prioritariamente em áreas de vulnerabilidade social.


Objetivos
Objetivo Geral:

O Segundo Tempo é um programa do Ministério do Esporte, destinado a democratizar o acesso à prática e à cultura do Esporte de forma a promover o desenvolvimento integral de crianças, adolescentes e jovens, como fator de formação da cidadania e melhoria da qualidade de vida, prioritariamente em áreas de vulnerabilidade social.

Objetivos Específicos:

Oferecer práticas esportivas educacionais, estimulando crianças e adolescentes a manter uma interação efetiva que contribua para o seu desenvolvimento integral;
Oferecer condições adequadas para a prática esportiva educacional de qualidade;
Desenvolver valores sociais;
Contribuir para a melhoria das capacidades físicas e habilidades motoras;
Contribuir para a melhoria da qualidade de vida (auto-estima, convívio, integração social e saúde);
Contribuir para a diminuição da exposição aos riscos sociais (drogas, prostituição, gravidez precoce, criminalidade, trabalho infantil e a conscientização da prática esportiva, assegurando o exercício da cidadania).

segunda-feira, julho 25, 2011

PONTE

Lindo texto copiei do blog do amigo Zé Carlos...


Toda corrente de água desliza entre duas margens.
Margens que detêm e ordenam.
Que a impedem de invadir os campos.
Que lhe traçam um caminho.
Duas margens que permitem a essas águas formar um todo
e realizar sua tarefa:
“regar as planícies através das quais desliza.”
E as margens ficam distantes uma da outra…
Elas, porém, podem unir-se, aproximar-se, fundir-se quase,
quando sobre as águas se estende uma ponte.
Olhando a ponte sente-se a tarefa imensa
e ao mesmo tempo agradável, executada por ela.
Como um abraço amigo que aproxima duas separações.
Como um diálogo silencioso faz conversarem duas solidões.
Como a mão estendida fraterniza dois estranhos.
Se a ponte pudesse sentir, poderíamos, sem dúvida, qualificá-la de feliz.
Feliz por ser capaz de tornar o outro feliz.
E nunca se colhe felicidade maior do que quando
se semeia a felicidade.
A ponte tem, para cada um de nós, um profundo
e significativo simbolismo.
É a lição perene, silenciosa e rica, no dia-a-dia,
da sua missão de ligar e aproximar,
de encurtar distâncias, de separar abismos.
Diante de uma ponte nos ocorrem reflexões
que alguém escreveu:
“Em êxtase contemplativo olho a ponte, admiro a ponte,
escuto a linguagem da ponte…
…Sou forte, terrivelmente forte.
Resisto a tudo e permaneço sempre estática,
mas perseverante em meu posto de serviço.
O segredo da minha força?
De minha perseverança?
De minha grandeza?
Nasci para unir!
Vivo para unir!
Sirvo para unir!
Como gostaria de ser também uma ponte!
Para unir a terra aos céus!
Unir os desunidos…
Unir os desencontrados…
Unir os corações!!!

SOUUUUUUUUUUUUUUUUU............................

SOU UMA VICE DIRETORA QUE PENSA...
Pensa em sair correndo toda vez que é convocado para uma reunião, que Certamente o responsabilizará mais uma vez, pelo insucesso do aluno e falta de plano, de coerência, de organização... do professor.

SOU UMA VICE DIRETORA QUE LUTA...
Luta dentro da escola, com os alunos, para que eles não matem uns aos outros, com os professores e funcionários a procura de compreensão.
Que luta contra seus próprios princípios de educação, ética e moral.

SOU UMA COORDENADORA PEDAGÓGICA QUE COMPREENDE....
Compreende que não vale a pena lutar contra as regras do sistema, ele é sempre o lado mais forte.

SOU UMA COORDENADORA PEDAGÓGICA QUE CRITICA...
Critica a si mesmo por estar fazendo o papel de vários outros profissionais como: psicólogo, médico, assistente social, coordenadora financeira, mas não consegue fazer o próprio papel que é o de ensinar...

SOU UM PROFESSOR QUE TEM ESPERANÇA,

E espera que a qualquer momento chegue um "estranho" que nunca entrou em uma sala de aula, impondo o modo de ensinar e avaliar.

TAMBÉM SOU PROFESSOR...
SOU UM PROFESSOR QUE SONHA...
SONHA COM UM ALUNO INTERESSADO,
SONHA COM PAIS RESPONSÁVEIS,
SONHA COM UM SALÁRIO MELHOR, UM MUNDO MELHOR.

ENFIM, SOU UM PROFESSOR QUE REPRESENTA...
Representa a classe mais desprestigiada e discriminada, e que é incentivada a trabalhar só pelo amor à profissão.
Representa um palhaço para os alunos..
Representa o fantoche nas mãos do sistema concordando com as falsas
metodologias de ensino.
E esse professor, que não......... sou eu mesmo, mas é uma outra pessoa......., representa tão bem, que só não trabalha como ator, porque já é PROFESSOR e não dá para conciliar as duas coisas. (TEXTO DA INTERNET)...

segunda-feira, junho 27, 2011

TORNEIO TUX MATH






VENCEDORES DO I TORNEIO TUX MATH NO LABARATÓRIO DE INFORMÁTICA.

GRUPO I 1º LUGAR - YURI
2º LUGAR - GILBERTO
3º LUGAR - IRISDIANA

GRUPO II 1º LUGAR - GEORGE
2º LUGAR - HELLEN
3º LUGAR - ARIANA

NA SALA DO 2ºANO





17/06/2011 - FESTA JUNINA NA SALA DO 2º ANO TARDE



PALESTRA DA EQUIPE DO POSTO DE SAUDE (1O/06/2011)

quinta-feira, maio 05, 2011

Polo ABc Luzardo Viana






Polo ABC - Luzardo Viana - Apresentação na escola

Os Centros de Convivência Social (Pólos ABCs de Maracanaú) são espaços de socialização e aprendizado que têm o propósito de fomentar no cenário maracanauense uma nova forma de ver, fazer e pensar a Assistência Social.

O objetivo é dialogar com os cidadãos maracanauenses e fazer da Assistência Social uma política pública promotora da intersetorialidade com as demais políticas (saúde, educação, cultura etc.).

O Centro de Convivência Social tem como referência a moradia e a comunidade local com seus múltiplos sujeitos sociais. Tem como públicos-alvos a criança e o adolescente, na faixa etária de sete a 17 anos, e toda a sua família.

ESTRUTURA ORGANIZACIONAL

O Centro de Convivência Social tem como referência um modelo de organização democrático, descentralizado e participativo, idealizado a partir das seguintes instâncias de participação:
I – Fóruns Comunitários;
II – Instituição Gestora do Projeto (Secretaria de Assistência Social e Cidadania);
III – Grupo Gestor Comunitário.

sábado, abril 16, 2011

ALUNOS COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA

Como educar alunos com deficiência auditiva
Roberta Braga

Segundo dados do Censo Escolar de Educação Básica, existem cerca de 30 mil deficientes auditivos matriculados em escolas ou classes especializadas no Brasil. Já nas escolas e turmas regulares, o número de estudantes surdos é de 33 mil.
Apesar dos deficientes auditivos terem capacidade de desenvolvimento cognitivo e intelectual equivalente ao dos ouvintes, falhas no sistema de ensino podem limitar o aprendizado. Isto porque nem todos os professores sabem como se relacionar com o aluno surdo nem compreendem como acontece a sua percepção de mundo.

As informações a seguir são deKarin Lilian Strobel, pedagoga especialista em surdez e autora do livro As imagens do outro sobre a cultura surda (Editora UFSC), e de Paula Botelho, doutora em Linguagem, Letramento e Cultura e mestre em Educação, além de autora dos livros Linguagem e Letramento na Educação dos Surdose Segredos e Silêncios na Educação dos Surdos(ambos pela Autêntica Editora).

Ao contrário do que muitos pensam, o bebê surdo desenvolve-se da mesma forma que o ouvinte. A diferença acontece no momento em que ele chega à fase do balbucio. Assim como o bebê com a audição integral quer imitar a comunicação dos seus pais, o deficiente auditivo tentará fazer o mesmo, caso tenha sido criado em um ambiente onde a Linguagem Brasileira de Sinais (Libras) é utilizada. Dessa forma, a criança surda aprenderá a se comunicar e desenvolverá um vocabulário imitando seus pais. A diferença é que as suas primeiras palavras não serão em português, mas sim na linguagem de sinais.
Por outro lado, a ausência da comunicação visual por parte da família resultará em uma criança com dificuldades de comunicação e de aprendizagem. Além de precisar aprender a segunda língua – o português – esta criança também terá que aprender a linguagem de sinais, que deveria ter sido adquirida naturalmente ao longo do crescimento.
Na escola, essa comunicação deve continuar a ser feita, e o decreto nº 5626, da lei nº10.436/02, tornou o ensino de Libras disciplina curricular obrigatória no curso de formação de professores para exercício do magistério.
Em muitas instituições de ensino, já é comum (e necessário) que haja em sala de aula um intérprete em português/Libras para que esse estudante possa receber todo o conteúdo apresentado pelo docente. Este, por sua vez, não pode limitar a sua comunicação com o aluno, por meio do intérprete, pois nada substitui o contato direto entre profissional e estudante.

Além de saber se comunicar por meio da linguagem de sinais, o professor precisa conhecer o máximo que puder sobre seu aluno: a história de vida, a época de aquisição da surdez, se seus pais são surdos etc. Estas informações o ajudarão a compreender a que interação esta criança foi exposta e as possíveis limitações que ela pode apresentar no aprendizado.

Já a escola tem o papel de oferecer o suporte necessário. Para professores e funcionários, por exemplo, cursos de Libras em todos os níveis. Para os alunos, a inclusão de “janela” com intérprete nos materiais audiovisuais e, nos impressos, desenhos do alfabeto manual e sinais de Libras. Seriam livros, revistas e apostilas bilíngues – com o português e a linguagem dos surdos.
Para alguns especialistas, entretanto, a simples tradução do conteúdo regular, principalmente no período da alfabetização, acaba formando bons alunos copistas, mas com dificuldades de interpretação de texto. Isso porque é nessa fase que as crianças aprendem a raciocinar, montar frases e desenvolver ideias.
Para o indivíduo surdo, o português é uma segunda língua e é em Libras que ele precisa desenvolver a prática discursiva. As crianças ouvintes aprendem isso por meio de histórias e narrativas e a criança surda fica limitada se ela só receber informações por meio da tradução. Uma das orientações, então, seria a produção de “literatura surda”: como fábulas e outras histórias gravadas em Libras em DVD. O conteúdo seria produzido na linguagem de sinais, respeitando e utilizando todas as particularidades da estrutura da língua e ensinando as crianças a desenvolver esse raciocínio.

Por isso, há uma corrente de especialistas que aponta diversos erros na inclusão dos deficientes auditivos na escola regular. Para eles, não há uma unidade linguística entre a turma e, por mais que haja um intérprete e as aulas sejam bem preparadas, muitos conteúdos serão perdidos. Mesmo que haja atividades de integração e certa comunicação oral desenvolvida pelo surdo, este aluno ainda estará em defasagem nos debates e discussões da classe, por exemplo.

Ao professor ouvinte cabe o esforço de procurar compreender o seu aluno com deficiência auditiva, aprender a se comunicar com Libras e procurar desenvolver atividades inclusivas, que criem vínculos entre a turma e este estudante.

Matéria publicada na revista Profissão Mestre de abril de 2010.

sábado, março 12, 2011

FEVEREIRO 2011





1ª REUNIÃO DE PAIS 2011

pauta:
Apresentar funcionários
Horários
Mais educação
Livros Didáticos
Normas da escola
Fardamento

sábado, fevereiro 12, 2011

Bom retorno...feliz volta as aulas...

Educar é um trabalho que requer a união da escola, a família e a comunidade.

Quando chegam na escola, no primeiro dia de aula, todas as crianças trazem no semblante o desejo de conhecer o novo, de explorar as possibilidades e potenciais.
A tendência do aluno é sempre gostar do professor. Trata-se de uma experiência diferente e o que é diferente, encanta, seduz.
Compete ao educador manter essa chama acesa para que o sonho não esmoreça. Paulo Freire costuma dizer que o mais nobre papel do professor é de gerenciar sonhos. E completava:
“Professor é aquele que gosta de viver”
Gostar de viver é essencial para quem tem esse nobre mister de educar.
Professores, diretores, funcionários, pais e mães...
Educadores por excelência. Personagens que devem atuar juntos num palco onde convivem artistas extremamente talentosos:
Alunos e alunas que produzem, ensaiam e interpretam uma parte importante do texto de suas vidas. A união e o respeito entre esses atores é o que propicia um bom andamento mágico desse espetáculo do aprendizado.
Nosso desejo é que, nesse primeiro dia de aula, os professores sejam receptivos aos alunos que chegam com a energia peculiar dos que têm sede de conquistas, sonhos, ideais. É preciso que os professores, por sua vez, preservem a atenção e o entusiasmo. É preciso que se interessem por conhecer o nome e a história de cada aprendiz. Da mesma forma, é necessário que os pais não deleguem unicamente à escola a missão de educar, porque, por melhor que seja, nunca vai suprir a carência deixada por uma família ausente. Educar é um trabalho que requer união entre a escola, a família e a comunidade.
Acreditamos que a educação é composta por gestos e ações simples. Atitudes que ajudam a escola a ser mais participativa, envolvente. Basta lembrarmos dos exemplos do passado. Todos vivenciamos experiências novas e maravilhosas com os professores que tivemos ao longo da vida. E o exemplo contribui para que não precisemos repetir os erros daqueles que não tiveram a coragem de ser afetivos e imitar carinhosamente aqueles que nos tocam a alma.
Grandes educadores de hoje contam histórias de seus mestres do passado. Ruben Alves fala de Dona Clotilde, Inácio de Loyola Brandão fala de Joaquim Pinto Machado Júnior, O Machadinho...
Já o saudoso Marcos Rey elegeu seu próprio pai como o mais original contador de histórias de sua vida. Professores deixam marcas indeléveis. Marcas que se perpetuam na memória e também no coração. Assim, que nesse primeiro dia de aula, cada mestre sinta no peito a mesma emoção do seu primeiro dia como professor. Dia em que apresentou frente a uma platéia muito atuante e especial. Esperamos que todos esses personagens reais sejam capazes de sentir o mesmo frio na barriga que o grande ator Paulo Autram de sentir quando sobe ao palco e inicia, emocionado mais uma peça de teatro.
Por tudo isso, a todos aqueles que se dedicam ao instigante espetáculo da educação: um excelente retorno... hoje e em todos os dias desse ano, que simboliza, nos dizeres do poeta, mais um “milagre de renovação”.


SEJA BEM VINDO!

sexta-feira, janeiro 28, 2011

PROJETO A COR DA CULTURA





A cor da cultura é um projeto social de valorização do patrimônio cultural afro brasileiro e de reconhecimento da história e da contribuição da população negra à sociedade brasileira.

sexta-feira, dezembro 24, 2010

NATAL...



Feliz natal pra toda equipe da EMEIEF Fontenele, nossa confraternização foi muito legal...Tiramos muitas fotos e trocamos os presentes na brincadeira de amigo secreto.

Natal é tempo...
de olhar para o mundo, alimentar a chama do amor
e apreciar o milagre da vida.
É tempo de seguir com atenção
e humildade os passos dos pastores
e os daqueles que têm coração simples e,
em gestos de ternura,
sintonizar mentes e aconchegar corações.

Natal é tempo...
de pensar no irmão próximo e distante
e de colaborar para o renascer do amor.
É tempo de, amorosamente, recompor a vida,
perdoar e abraçar, com a ternura
e a misericórdia do Coração de Deus,
os registros de nossa infância e dos anos que já vivemos.

Natal na escola FONTENELE






"Natal é tempo...
de dar um toque na vida com as cores da esperança,
da fé, da paz e do amor.
Também é tempo de preparar,
em nosso coração e em nosso lar,
um espaço para acolher
as sublimes lições da Sagrada Família de Nazaré
e aceitar as inevitáveis surpresas da vida.

Natal é tempo...
de olhar para o céu,
encantarmo-nos com a luz das estrelas
e seguir a estrela-guia.
É tempo abençoado de dar mais atenção
à criança que mora em cada um de nós
e às que encontramos em nosso peregrinar,
à procura do caminho que nos leva ao Deus-Menino.