segunda-feira, maio 13, 2013

CONFERÊNCIA DO MEIO AMBIENTE 2013


Apresentação

A Conferência Nacional Infantojuvenil pelo Meio Ambiente - CNIJMA é um instrumento voltado para o fortalecimento da cidadania ambiental nas escolas e comunidades a partir de uma educação crítica, participativa, democrática e transformadora. Ela se caracteriza como um processo dinâmico de encontros e diálogos, para debater temas propostos, deliberar coletivamente e escolher os representantes que levarão as ideias consensuadas para as etapas sucessivas.
Envolver estudantes, professores, juventude e comunidade no enfrentamento do desafio de construirmos juntos uma sociedade brasileira educada e educando ambientalmente para a sustentabilidade: esta é a tarefa do Órgão Gestor da Política Nacional de Educação Ambiental, representado pela Diretoria de Educação Ambiental (DEA) do Ministério do Meio Ambiente(MMA) e pela Coordenação Geral de Educação Ambiental (CGEA) do Ministério da Educação(MEC).

PUBLICAÇÕES DA IV CNIJMA


Biblioteca

A IV CNIJMA terá como tema Vamos Cuidar do Brasil com Escolas Sustentáveis, com o objetivo de fortalecer a educação ambiental nos sistemas de ensino, propiciando atitude responsável e comprometida da comunidade escolar com as questões socioambientais locais e globais, com ênfase na participação social e nos processos de melhoria da relação ensino-aprendizagem, em uma visão de educação para a diversidade, inclusiva e integral.
Assim as publicações contidas na biblioteca tem por objetivo subsidiar as escolas na realização da IV Conferência Nacional Infantojuvenil pelo Meio Ambiente.
A publicação Passo a Passo para a Conferência de Meio Ambiente na escola + educomunicação trata das políticas fomentadas pela Coordenação Geral de Educação Ambiental (CGEA) visando a consolidação da escola como um espaço estruturante e permanente para realizar ações voltadas à melhoria da qualidade de vida e do meio ambiente na escola e na comunidade e tem como  objetivo de subsidiar pedagogicamente a tarefa de construir conhecimentos para "Cuidar do Brasil" a partir da reflexão sobre as ações e exemplos no cotidiano escolar. Esta publicação é um convite para que a escola realize a conferência envolvendo estudantes, profissionais da educação e toda a comunidade escolar para dialogar, refletir e agir em prol da qualidade de vida.
O caderno Vamos Cuidar do Brasil com Escolas Sustentáveis é um subsídio pedagógico para a realização do processo da IV CNIJMA. Tem a função de explicitar o conceito de "espaço educador sustentável" e fornecer o fio lógico para conectar a temática das mudanças ambientais globais com as mudanças almejadas no currículo, na gestão e no espaço físico da escola com vistas à transição para a sustentabilidade.  Este material apresenta ainda sugestões de como o tema pode ser trabalhado para chegar ao produto almejado pela Conferência, isto é, projetos de ação e intervenção que auxiliem a comunidade escolar a modificar os espaços construídos, revisitar os currículos, tornando-os coerentes com as premissas da sustentabilidade socioambiental.
O kit de cadernos Mudanças Ambientais Globais: pensar + agir na escola e na comunidade é composto por quatro publicações, Água, Ar, Fogo e Terra. Em sua abordagem ambiental, são retomados conceitos da filosofia ocidental, como também olhares da literatura e das artes plásticas.  Esses cadernos trazem conceitos-chave, informações e sugestões de atividades relevantes para auxiliar as escolas no aprofundamento da temática concernente à quarta edição da CNIJMA, de forma clara e objetiva.
A publicação Formando Com-Vida - Construindo Agenda 21 na Escola trata a respeito da Comissão de Meio Ambiente e Qualidade de Vida – Com-Vida e construção da Agenda 21 na Escola, que são políticas fomentadas pela CGEA visando a consolidação da escola como um espaço estruturante e permanente para realizar ações voltadas à melhoria da qualidade de vida e do meio ambiente na escola e na comunidade. Esta publicação também convida para a mobilização da comunidade escolar na organização das conferências infantojuvenis e outras ações que possibilitem o exercício da cidadania socioambiental na Escola.
O encarte "Caderno de Consumo Sustentável – Consumismo infantil: na contramão da sustentabilidade" aborda a questão do consumismo infantil, apresentando informações e dados relevantes sobre essa temática com o objetivo de proporcionar uma reflexão e incentivar mudanças de comportamento de consumo.
A publicação "Revista Turma da Mônica – Cuidando do Mundo",  resultado de uma parceria entre Maurício de Souza e o Ministério do Meio Ambiente, traz de forma lúdica e criativa, temas relacionados à Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei nº 12305/2010), e busca auxiliar  no envolvimento do público infantojuvenil no exercício de criar novos hábitos e valores.

CONFERÊNCIA DO MEIO AMBIENTE


Conferência na Escola - até 31/08/2013

A Conferência na Escola é o momento em que estudantes, professores e demais interessados reúnem-se para dialogar sobre como transformar sua escola em um espaço educador sustentável, constituindo-se, assim, em um lócus privilegiado para aprofundar o debate sobre o tema da Conferência em nível local.
Nesse momento, cada escola: construirá ou fortalecerá a Comissão de Meio Ambiente e Qualidade de Vida na Escola - COM-VIDA que deverá organizar a conferência envolvendo a comunidade com o Tema Vamos Cuidar do Brasil com Escolas Sustentáveis. A escola elaborará um projeto de ação, de acordo com os conhecimentos adquiridos no cotidiano escolar e nos materiais encaminhados para o processo da IV CNIJMA, a ser colocado em prática após o evento; criará um material de educomunicação para divulgar o projeto; elegerá um delegado ou delegada (e suplente); e compartilhará o resultado do trabalho coletivo com outras escolas e com a comunidade.
Para entender como realizá-la consulte a publicação "Passo a Passo para a Conferência de Meio Ambiente na Escola".
Conferências nas Escolas (obrigatórias) – devem ser realizadas até 31 de agosto de 2013. Ficará a critério de cada escola a duração e a programação, desde que obedecidos os princípios e critérios estabelecidos no Passo a Passo para a Conferência de Meio Ambiente na Escola. O cadastramento dos resultados da Conferência na Escola no site da Conferência deve ser realizado até dia 07 de setembro de 2013. Os cadastramentos incompletos ou fora do prazo não serão considerados.

sexta-feira, maio 10, 2013

PETECA


CONCURSO PARA GESTORES

Após análise dos recursos, a Secretaria de Educação divulga o gabarito oficial da prova objetiva da seleção de gestores. Os candidatos podem obtê-los no site da Prefeitura. Durante o dia 28 abril deste ano, a primeira etapa da seleção foi realizada na EMEF Liceu de Maracanaú e EMEIEF Narciso Pessoa de Araújo. Com duração de 4 horas, a prova foi realizada em clima tranquilo. A segunda fase será composta de entrevista, prova de títulos e avaliação de proposta de trabalho a ser realizada nos dias 28, 29 e 31/05 e de 03 a 12 e 14/06. (Thiago Mena)

CULMINÂNCIA PETECA - 08/05/2013







segunda-feira, março 25, 2013

SEMANA SANTA





A Semana Santa é um período religioso do Cristianismo e do Judaísmo que celebra a subida de Jesus Cristo ao Monte das Oliveiras, a sua crucificação e a sua ressurreição.

No século IV, algumas comunidades cristãs passaram a vivenciar a paixão, a morte e a ressurreição, o que exigia três dias de celebração, consagrados à lembrança dos últimos dias da vida terrena de Cristo.

Jerusalém, por ter sido o local desses acontecimentos, é que deu início a essa tradição seguida pelas demais igrejas.

Assim a sexta-feira comemora especialmente a morte de Jesus Cristo, o sábado era o dia de luto e o domingo era a festa da ressurreição.

Digite nosso endereço direto pelo navegador:
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Páscoa

  Páscoa é, antes de qualquer outra coisa, passagem da morte para a vida. É Ressurreição, alegria. O mestre renasceu, venceu a morte e por isso, estamos felizes. Essa alegria da Páscoa deve ser a essência das comemorações, durante toda a semana.

Atividades  para o ensino fundamental(1º ao 5º ano)
1-Jogral; o verdadeiro sentido da Páscoa - Ensaiar as falas com os alunos. Eles podem estar caracterizados e o jogral pode ser apresentado para todas as turmas, num auditório. Isto valoriza o trabalho deles. Os cartazes do Alfabeto verdadeiro Sentido da páscoa podem ser a base para um bom jogral.
2-Desenho Livre - Expressando a Páscoa: desenhar livremente o que significa a Páscoa para ele. Se algum aluno desenhar coelhinhos e chocolate, permita que deixe assim, afinal nossa intenção é que se expresse.



Vamos encenar o julgamento de Jesus? É uma atividade a ser feita por turmas de faixa etária maior. Os alunos vestidos a caráter, um local apropriado, com uma mesa para o júri, a cadeira do réu, etc.

Personagens:
Jesus - réu
Pilatos, povo, Barrabás, guardas, sacerdotes,
Descrevo a cena abaixo, adaptando detalhes, para que as crianças possam apresentar. Você pode fazer as modificações que desejar. (Marcos 15)
Jesus está ferido e sangrando.
Ele é levado até Pilatos.
E Pilatos pergunta:
__Tu és o Rei dos judeus?
Jesus: __Tu o dizes.
Os sacerdotes falam alto, acusando jesus: Ele se diz o cristo, se diz filho de deus! Ele blasfema! Ele ri de todos nós!!
E Jesus continua em silêncio.
Pilatos: __Nada respondes? Ouves tudo quanto dizem de ti?
Jesus permanece em silêncio.
A multidão grita, se agita: Soltem barrabás!!!!
e Pilatos pergunta; E o que quereis que eu faça a jesus?
__Crucifica-o!!!!
E Pilatos diz à multidão:
___Mas que mal fez ele?
E gritam ainda mais alto, pedindo que crucifiquem Jesus.
Então Pilatos solta a Barrabás e Jesus segue, sendo açoitado.
Um dos alunos pode ler uma sentença; Crucificação  e açoites.
Colocam uma coroa de espinhos em sua cabeça, Jesus sai, levado e empurrado pelos guardas enquanto a multidão grita:
__Salve, rei dos judeus!!
***

 Que tal montar um mural com dobraduras dos símbolos da páscoa? 



quarta-feira, fevereiro 13, 2013

Tempo da Quaresma


Quaresma

A quaia do Senhor. Porém, grande parte dos católicos mantém suas penitências ou promessas até a Sexta-feira santa, cujo o dia já é voltado para penitência e orações.
Os católicos realizam a preparação para a Páscoa. O período é reservado para a reflexão, a conversão espiritual. Ou seja, o católico deve se aproximar de Deus visando o crescimento espiritual. Os fiéis são convidados a fazerem uma comparação entre suas vidas e a mensagem cristã expressa nos Evangelhos. Esta comparação significa um recomeço, um renascimento para as questões espirituais e de crescimento pessoal. O cristão deve intensificar a prática dos princípios essenciais de sua fé com o objetivo de ser uma pessoa melhor e proporcionar o bem para os demais.A quaresma vai a até a páscoa quando o Senhor ressuscita.
Essencialmente, o período é um retiro espiritual voltado à reflexão, onde os cristãos se recolhem em oração e penitência para preparar o espírito para a acolhida do Cristo Vivo, Ressuscitado no Domingo de Páscoa. Assim, retomando questões espirituais, simbolicamente o cristão está renascendo, como Cristo. Todas as religiões têm períodos voltados à reflexão, eles fazem parte da disciplina religiosa. Cada doutrina religiosa tem seu calendário específico para seguir. A cor litúrgica deste tempo é o roxo, que significa penitência. O roxo no tempo da quaresma não significa luto e sim simboliza que a igreja está se preparando espiritualmente para a grande festa da páscoa, a ressurreição de Jesus Cristo.
Cerca de duzentos anos após o nascimento de Cristo, os cristãos começaram a preparar a festa da Páscoa com três dias de oração, meditação e jejum. Por volta do ano 350 d. C., a Igreja aumentou o tempo de preparação para quarenta dias. Assim surgiu a Quaresma.

quarta-feira, dezembro 05, 2012


O NATAL ESTÁ CHEGANDO...


DESDE A SUA ORIGEM, O NATAL É CARREGADO DE MAGIA. GRITOS, CANTIGAS, FORMA RUDIMENTAR DO CULTO, UM RITO DE CUNHO TEATRAL, O DRAMA LITÚRGICO OU RELIGIOSO MEDIEVAL GANHA MODIFICAÇÕES NO DECORRER DOS SÉCULOS. DOS TEMPLOS, A TEATRALIZAÇÃO GANHA PRAÇAS, LARGOS, RUAS E VIELAS, CARROS AMBULANTES, AUTOS SACRAMENTAIS E NATALINOS. OS DIGNATÁRIOS DA IGREJA PROMOVIAM ESPETÁCULOS. NA EVOLUÇÃO DA HISTÓRIA ESTÁ A COMPREENSÃO DE TODOS OS SÍMBOLOS DE NATAL.

·    ÁRVORE - REPRESENTA A VIDA RENOVADA, O NASCIMENTO DE JESUS. O PINHEIRO FOI ESCOLHIDO POR SUAS FOLHAS SEMPRE VERDES, CHEIAS DE VIDA. ESSA TRADIÇÃO SURGIU NA ALEMANHA, NO SÉCULO 16. AS FAMÍLIAS GERMÂNICAS ENFEITAVAM SUAS ÁRVORES COM PAPEL COLORIDO, FRUTAS E DOCES. SOMENTE NO SÉCULO 19, COM A VINDA DOS IMIGRANTES À AMÉRICA, É QUE O COSTUME ESPALHOU-SE PELO MUNDO.

·    PRESENTES - SIMBOLIZAM AS OFERTAS DOS TRÊS REIS MAGOS. HÁBITO ANTERIOR AO NASCIMENTO DE CRISTO. OS ROMANOS CELEBRAVA A SATURNÁLIA EM 17 DE DEZEMBRO COM TROCA DE PRESENTES. O ANO NOVO ROMANO TINHA DISTRIBUIÇÃO DE MIMOS PARA CRIANÇAS POBRES.


·    VELAS - REPRESENTAM A BOA VONTADE. NO PASSADO EUROPEU, APARECIAM NAS JANELAS, INDICANDO QUE OS MORADORES ESTAVAM RECEPTIVOS.
·    ESTRELA - NO TOPO DO PINHEIRO, REPRESENTA A ESPERANÇA DOS REIS-MAGOS EM ENCONTRAR O FILHO DE DEUS. A ESTRELA GUIA OS ORIENTOU ATÉ O ESTÁBULO ONDE NASCEU JESUS.
·    CARTÕES - SURGIRAM NA INGLATERRA EM 1843, CRIADOS POR JOHN C. HORSLEY QUE O DEU A HENRY COLE, AMIGO QUE SUGERIU FAZER CARTAS RÁPIDAS PARA FELICITAR CONJUNTAMENTE OS FAMILIARES.
·    PRESÉPIO - REPRODUZ O NASCIMENTO DE JESUS. O PRIMEIRO A ARMAR UM PRESÉPIO FOI SÃO FRANCISCO DO ASSIS, EM 1223. AS ORDENS RELIGIOSAS SE INCUMBIRAM DE DIVULGAR O PRESÉPIO, A ARISTOCRACIA INVESTIU EM MONTAGENS GRANDIOSAS E O POVO ASSUMIU A TAREFA DE CONTINUAR COM O RITUAL.

segunda-feira, outubro 29, 2012


III Mostra Científica das Escolas Municipais de Maracanaú


III Mostra Científica das
 Escolas Municipais de Maracanaú
Período: 17 a 19 de outubro de 2012
DIÁLOGOS PARA O
 DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL
17 DE OUTUBRO

Local: EMEIEF Dep. José Martins
 Rodrigues
18 DE OUTUBRO

Local: EMEIEF Sinfrônio Peixoto de Moraes
19 DE OUTUBRO

Local: Centro Vocacional Tecnológico (CVT)

Nossa escola participou com o tema

O USO DE OBJETOS DE APRENDIZAGEM

NO ENSINO DE CIÊNCIAS,


COM ÊNFASE NO ASPECTO

AMBIENTAL

professores orientadores:

LIRA E REGINALDO

alunos 8º ano A

ALEJANDRA

MARCOS

HENRIQUE

GABRIELLE

LUIZ FELIPE









sábado, outubro 20, 2012

Festa dos professores


Inauguração da quadra...


Mascaras africanas


  
MÁSCARAS AFRICANAS




 Máscaras


 “Mágicas, protetoras, lúdicas, miméticas tanto servem para encobrir ou revelar intenções de quem as usa.”
Imaginária ou não, a máscara serve para ocultar a verdadeira essência do homem, sejam seus instintos ou mesmos traços fisionômicos.
O seu uso pode significar esconder uma personalidade cotidiana para assumir as qualidades da personagem que ora representa. 
Desde a pré-história as máscaras são usadas juntamente com os tambores, cantos, danças e mímicas nos rituais religiosos e mágicos.
O mais antigo registro de sua existência foi encontrado na Caverna de Lascaux, na França em desenhos feitos nas paredes rochosas mostrando homens mascarados com cabeças de animais.
Nos rituais sagrados, a máscara intermedia a relação com o mundo invisível, expressando a fé na existência de seres sobrenaturais.
Também desempenha funções mágicas: No Antigo Egito elas eram colocadas sobre o rosto do mosto para ajudá-lo na passagem para a vida eterna. Gregos  e romanos usavam-nas em cerimônias religiosa. Na China e sudeste da Ásia, as máscaras de dragão eram usadas para afastar os maus espíritos.
Ainda hoje, sacerdotes de civilizações primitivas como os pajés entre os povos indígenas, usam máscaras para incorporar entidades que curam.
Na África, a máscara não serve só para esconder o rosto de quem a usa, ela o transforma em outro alguém diferente que pode ser um espírito ancestral, um ser do outro mundo. Essa “transformação” só acontece em momentos especiais como: rituais e cerimônias de iniciação, quando crianças se preparam para tornarem-se adultos; nos enterros; nas coroações de chefes e reis; festas da colheta ou plantio; rituais de curas de doenças; expedições de caça ou de guerra; policiamento e cumprimento da justiça
Percebe-se então que as máscaras têm funções educativas, religiosas, militares, policiais e econômicas.
A máscara não é apenas um objeto esculpido em madeira ou confeccionada em outro material. Ela inclui a roupa do mascarado e adereços que ele carrega. Mas ela só se torna uma máscara quando entra em ação, dançando a música dos tambores e outros instrumentos, enquanto a comunidade participa olhando, batendo palmas, cantando e estimulando.
Eram também usadas para protegerem o físico. Durante 650 anos em todo o Império Romano, gladiadores usavam máscaras nos confrontos com feras, em circos públicos e arenas. Mas foi na arte dramática que a máscara mais se enriqueceu, transformando-se em elemento cênico. Os artefatos eram confeccionados em barro, madeira, cortiça e ferro adornados com outros materiais. Em 500 a.C. sua forma foi aperfeiçoada e sua execução confiada a escultores.


As Máscaras Africanas
 
A função dos rituais nas sociedades
Os rituais são elementos fundamentais da cultura humana. Aparecem em absolutamente todas as sociedades da terra. Em algumas, seus integrantes, por vezes, não se dão conta de sua participação nos rituais (como a nossa sociedade ocidental). Em outras, todos os atos diários e cotidianos estão ligados aos aspectos religiosos e ritualísticos.
Os rituais são caracterizados por um conjunto de procedimentos práticos cuja função é marcar determinado acontecimento ou materializar o sagrado. Podem estar também ligados à evocação de eventos mitológicos por meio de uma liturgia. Aos condutores dos ritos normalmente lhes são atribuídos poder e prestígio.

O uso das máscaras
A utilização de máscaras em cerimoniais é prática comum há milhares de anos. As máscaras são de fundamental importância nos rituais, sejam de iniciação, de passagem, ou de evocação de entidades espirituais. As máscaras apresentam-se, também, como elementos de afirmação étnica, expondo características particulares de cada grupo. Assim, existe uma enorme diversidade de formas, modelos, técnicas de confecção e aplicações.

Normalmente, a máscara é apenas um dos elementos utilizados nas cerimônias e rituais, havendo a combinação com outras manifestações, como dança, música e instrumentos musicais. Aparece ainda o uso de máscaras associado a objetos de cunho animatista, como amuletos. As máscaras são empregadas, basicamente, em eventos sociais e religiosos.
Na África, o artífice, antes de começar a esculpir uma máscara, passa por um processo de purificação, com reza aos espíritos ancestrais e às forças divinas. Tal prática faria com que a força divina fosse transferida para a máscara durante o processo de manufatura.
Por Rodrigo Aguiar
(Caminhos Ancestrais)

CULTURA AFRO-BRASILEIRA


SUGESTÕES DE ATIVIDADES PARA TRABALHAR A CULTURA AFRO-BRASILEIRA

ATIVIDADES DESENVOLVIDAS:
  • Musicas , ritmos e danças - Carimbó, capoeira,jongo,samba e cabloquinho.
  • Espaço geografico - localização do Brasil e da Africa no mapa, globo;
  • Pesquisa sobre a Bahia e costumes africanos;
  • Vídeo Escola- TV escola a cultura africana nas religiões;
  • Textos informativos - Leitura individual e coletiva sobre o assunto estudado;
  • Literatura - Lendas Africanas,
  • Leitura de Imagens :Desenhos e pinturas - através da lenda estudada, tela de artistas, música trabalhada, fotografia, paisagem, etc;
  • Instrumentos Musicais - Reconhecimento e identificação sonora do berimbau, tambor, pandeiro, afoxéagogô e caxixi. Estudando a origem de cada um deles e sua entrada/ participação nos ritmos africanos;
  • Reciclagem - Confecção de instrumentos musicais a partir de materiais trazidos de casa...
  • Corporeidade- Movimento, equilíbrio, concentração, ritmo-gingado,cooperação nas danças africanas;
  • Escrita -Listas de instrumentos musicais, países,história, texto informativos , consultas ao dicionário, atividades relacionadas ao continente africano;
  • Leitura - lendas africanas, receitas, músicas, textos informativos(livros,revistas,jornais,Internet,enciclopédia,atlas,almanaques...), ritmos, costumes...
  • Debate- Semelhanças x diferenças entre o Brasil e a África.
No YouTube você encontra várias danças africanas.Pesquise, estude e use da sua criatividade para elaborar suas ativiades. Procurando, certamente encontrará várias sugestões.

A cor da cultura



http://www.acordacultura.org.br/

A Cor da Cultura é um projeto educativo de valorização da cultura afro-brasileira,
 fruto de uma parceria entre o Canal Futura, a Petrobras, o Cidan – Centro de
 Informação e Documentação do Artista Negro, a TV Globo e a Seppir – Secretaria
 especial de políticas de promoção da igualdade racial. O projeto teve seu início em
 2004 e, desde então, tem realizado produtos audiovisuais, ações culturais e coletivas 
que visam práticas positivas, valorizando a história deste segmento sob um ponto de 
vista afirmativo.




“O povo negro entendeu que o grande vencedor
Se ergue além da dor
Tudo chegou sobrevivente num navio
Quem descobriu o Brasil? 
Foi o negro que viu a crueldade bem de frente 
E ainda produziu milagres de fé no Extremo Ocidente.”




A QUESTÃO RACIAL NO MUNDO CONTEMPORÂNEO
Atualmente, o debate sobre as relações étnicas e raciais não ocorre apenas no 
Brasil. Segundo o Relatório de Desenvolvimento Humano de 2004, os quase 200 
países do mundo possuem em torno de 500 grupos étnicos, sendo que 
apenas 30 países não têm uma minoria étnica e religiosa que constitua pelo 
menos 10% da população. Estima-se que quase 900 milhões de pessoas – um 
sétimo da população mundial – fazem parte de algum grupo discriminado 
em seus próprios países. O mesmo relatório apontou que, desse número, cerca de
 518 milhões sofrem algum tipo de discriminação e/ou segregação sistemática
 derivada de motivos religiosos, raciais ou étnicos. Por outro lado, os 
movimentos migratórios atualmente em ascensão em todo o mundo, bem 
como o avanço do processo de globalização econômica, financeira e cultural, 
vêm promovendo experiências de interpenetração de culturas.


Uma outra música será evocada para enriquecer o trabalho de professores e 
professoras pesquisadoras: Ao Povo em Forma de Arte, escrita em 1978, por 
Wilson Moreira e Nei Lopes, para a  Escola de Samba Quilombo, do Rio de 
Janeiro. Essa canção, para nós, é como um farol – ilumina vários caminhos 
que, embora destacados no singular, são plurais: 
“(...) Há mais de quarenta mil anos atrás
A arte negra já resplandecia
Mais tarde a Etiópia milenar
Sua cultura até o Egito estendia
Daí o legendário mundo grego
A todo negro de ‘etíope’ chamou
Depois vieram reinos suntuosos
De nível cultural superior
Que hoje são lembranças de um passado
Que a força da ambição exterminou
Em toda a cultura nacional
Na arte e até mesmo na ciência
O modo africano de viver
Exerceu grande influência
E o negro brasileiro
Apesar de tempos infelizes
Lutou, viveu, morreu e se integrou
Sem abandonar suas raízes.